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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Acaso, agora, lhe desejo a solidão!



Eu nunca fiz nada!
Ou melhor, eu nunca te fiz nada para merecer isso!
Muito pelo contrário!
Eu nunca menti para você, eu nunca deixei você na mão, nunca foi desonesta com você, nunca fiz nada que pudesse causar em você qualquer sentimento negativo a meu respeito e que pudesse levar você a me julgar desse jeito.
A julgar que meu coração nunca se quebraria, a julgar que eu nunca perceberia nada, a julga que eu seria uma babaca até o fim de tudo!
Eu nunca movi um cílios que fosse, com a intenção te de magoar, e olha o que você me faz!
Eu nunca imaginei que você, logo você, que eu pensei conhecer, pensei ser confiável, e pior, pensei ser diferente de todos os outros, fosse me apunhalar dessa maneira!
Por que me machucastes?
Acaso achou que eu era uma boneca com a qual você pudesse brincar? Acaso achou que eu era um troféu, o qual você só poderia exibir? Acaso achou que eu não tinha sentimentos, os quais nunca viriam à tona?
Tive tantas oportunidades para denegrir a sua imagem, tantas oportunidades para falar mal pelas suas costas, tantas oportunidades para deixar você em mals lençóis, tantas oportunidades para pensar horrores de você. Mas não, eu nunca me deixei levar pelas aparências, nunca me deixei influenciar por pessoas fracas, nunca me deixei confundir, muito menos me deixei ser levada por sentimentos nobres, mas que se confundidos, matam!
Não espero, sinceramente, que você encontre uma pessoa que faça o mesmo, ou coisas piores contigo. Espero sim, que você não encontre ninguém, e morra no frio e no calar da solidão, porque não creio haver coisa pior do que a solidão para o ser o humano!
Depois que você estiver empoeirado pelo tempo, congelado pela noite, louco pela solidão, me procure, e eu te mostrarei porque, hoje, lhe desejo isso!
Talvez por vingança, talvez por só querer "justiça", talvez porque sozinho, deprimido no frio e no silêncio da solidão, você possa pensar no que fez e nunca mais confundir as coisas! Porque se você não podia fazer isso com qualquer outra mulher, comigo você podia menos ainda!

terça-feira, 14 de julho de 2009

Saudade


Quem nunca sentiu saudade?
Saudade de qualquer coisa ou qualquer pessoa.
Saudade de um amor, de uma amiga, de uma mãe, de um pai, de uma avó, de um filho, do primeiro namorado...
Saudade de um tempo, de uma época, da infância, de ontem, do nascimento de um filho, da partida de alguém, da viagem perfeita...
Saudade de um ursinho de pelúcia que te "protegia" na infância, de um programa de tv que te fazia rir, de uma blusa de tricô que te lembrava alguém, de uma voz acalentadora que te fazia dormir, de um chocolate quente que só aquela pessoa sabia fazer...
Saudade de um sabor, de um toque, de um cheiro bom, de uma pessoa...

Saudade é algo complicado, indefinido. Indefinido? Confuso, sentimentalista e dramático! Cada pessoa sente saudade de um modo, para uns é um sentimento abrangente que vem em várias formas, para outros é algo certeiro que te pega nas piores horas. As vezes dá saudade da saudade, porque saudade simplesmente se sente, mas não se consegue tirar. Dá saudade da saudade, porque saudade é aquilo que faz você enlouquecer, que te põe acordado altas horas da madrugada. Dá saudade da saudade, porque não conseguimos lutar contra a saudade. Dá saudade da saudade, porque você tem vontade de levanter, correr e encontrar aquilo. Dá saudade da saudade, porque simplesmente dá saudade!

E é assim, com esse aperto no peito, com essa dor no coração, ou ainda, com essa lembrança constante na memória que temos que aprender a viver, porque saudade sempre dá, o que não dá é viver sem ela. Porque mesmo a saudade sendo chata, ela ja virou parte de nós! Por que? Porque saudade dá saudade e saudade é algo complicado, indefinido. Indefinido? Confuso, sentimentalista e dramático também!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Believe, or not believe?


... E quando você acha que o mundo tem jeito, que você pode confiar no que pessoas ao seu redor dizem, que a verdade sobrivive meio a tanta mentira, que seus amigos, ou pessoas próximos sempre diriam-te a verdade, a vida te derruba do sonho de um lugar mudado e a realidade te faz acordar. Você então percebe que o que acreditava não passava realmente de um sonho, que a mentira ainda é o caminha escolhido por muitos. Bom, eu não sei vocês, mas meu lema quanto a essa questão é: me mate com a pior verdade, mas não me iluda -jamais- com a melhor mentira. Até porque eu acho que nada melhor do que a verdade para fazer você lutar pelos seus sonhos, nada melhor que a verdade para fazer você ver que a vida pode não ser um mar de rosas, mas que lá fora, sempre vai ter alguém em pior situação que você, nada melhor que a verdade, por mais doída que esta seja, para fazer você continuar acreditando que o mundo tem jeito, afinal umas das piores manias da humanidade está se extinguindo, a mentira. Mas não é bem assim, e infelizmente o choque da realidade com o que você tentava acreditar te mostra que sim, as pessoas ainda mentem, seus amigos também, seus familiares não escapam dessa lista de mentirosos, e você descobre que não, o mundo não vai mudar e sim morrer do mesmo jeito que nasceu: com pessoas que mentem, ou omitem, o que é, indiretamente a mesma coisa, simplesmente porque elas julgam saber o que é melhor para você. O que elas esquecem é que só você pode julgar isso! Bom, mesmo esta sendo uma visão negativa, pessimista, é ainda a mais verdadeira, e a única coisa que eu não quero é que confundam verdade e mentira com sinceridade exagerada e omissão de opinião. Mas mesmo assim, tento acreditar que essas mentiras são escorregões, e que os seres que escorregam percebem que foi um erro e, pelo menos tentam, não mais o comenter. Seria pura ilusão tentar acreditar dessa forma?!

terça-feira, 31 de março de 2009

Pain likes a love


Sabe quando acontece aquela virada na sua vida logo quando você menos esperava? Pois é, cuidado, porque isso acontece sempre e, no meu caso, por mais engraçado ou estranho que pareça, aconteceu com o meu amor. Em um dia nublado, chuvoso e frio, lá estava eu, descabelada e vestida com um moleton cinza caminhando para perder uns quilinhos. Destraída esbarrei num menino, que depois, ao pensar melhor, percei que sempre caminhava no mesmo horário que eu. Nesse esbarrão, a gente trocou algumas palavras e todas as vezes que saia pro meu exercício, ele também saía e a gente sempre se falava. Essas conversas foram crescendo e a gente se tornou amigos. A coisa toda foi evoluíndo até que um dia, a camapainha tocou. Atendi o interfone, achando tudo meio estranho, não estava esperando ninguém! Uma voz sexy e gostosa de se ouvir respondeu do outro lado dizendo que era o E. o menino da caminhada... Gostei de saber que ele estava me procurando, afinal um menino lindo e fofo dando sopa é raro de se encontrar hoje em dia. Então fui até o portão e deixei-o entrar, e esse foi o meu maior erro: deixar o amor entrar em minha vida! Ele entrou e ficou super a vontade. A gente foi conversando, conversando, conversando e isso se repetiu durante alguns dias. Até que eu perdi o controle da situação e quando me dei conta, a gente já tinha se envolvido. Bom, esse envolvimento foi andando e eu fui acreditando que ele realmente me amava e que ele era uma boa pessoa apesar do rolo ter acontecido rápido demais. Com o tempo, ele começou a agir de uma forma estranha, mas eu tentava não me incomodar, até porque temos que saber conviver com os defeitos dos outros, e outra coisa, a gente se amava, ou supostamente...Mas foi então que eu quebrei não só a cara, como também meu coração foi estilhaçado... Um dia, depois de um bom tempo de relacionamento, se é que aquilo um dia foi um relacionamento, ele me disse que na verdade nunca me amou, que só me quiz por querer e que agora ele amava, de verdade, outra. E foi ai que entendi o porquê do meu erro: aquele amor que deixei entrar pela porta principal da minha casa, era uma dor disfarçada, uma dor que as vezes eu percebia, mas fingia não sentir, uma dor que eu cheguei a amar, uma dor que começou a se mostrar pequena, mas cresceu. Cresceu e começou a doer muito, e tudo que vivi com um amor, foi com um falso amor nunca correspondido... E esse foi o fim de uma dor com duas caras. Um raro acontecimento, mas que aparece por ai de vez em quando!

domingo, 29 de março de 2009

Perguntas, pensamentos, respotas...

Quantas vezes já não lhe passou pela cabeça: sumir, pra ninguém nunca mais lhe encontrar; morrer, pra ninguém mais lhe incomodar; amar, e dividir esse sentimento; voar, só pra senitr na cara o vento; ser um poeta, para fingir uma dor; ser anônimo, para adimitir algo constrangedor; continuar para sempre criança, vivendo sem problemas e acreditando numa última esperança?

E de novo lhe pergunto: por que sumir? Por que morrer? Por que amar? Por que voar? Por que ser poeta? Por que ser anônimo? Por que nunca mais crescer?

Porque só o que, geralmente não conseguimos ter ou ser, é o que mais nos apetece... Mas ainda assim, acredite naquela criança que sempre existirá em você mesmo depois de crescido. Acredite na esperança dela, na vontade que ela tem de transformar os seus sonhos na mais pura realidade. Afinal, um dia eles podem mesmo se realizar, ou não...